Direita, volver!
- Designação;
- Auto-posicionamento ideológico;
- Prática política.

Breves devaneios, reflexivos q.b., sobre a vida na Pólis & etc.
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«Votar é o maior dever de um cidadão em relação ao seu país. Não o cumprir, embora seja legítimo, é desprezar o nosso futuro e a nossa coesão enquanto povo.»
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Já por aqui afirmei que, desde há alguns anos, raramente voto. Hoje, só voto quando acredito nos indivíduos e nos projectos por detrás deles. E a ordem é mesmo essa: indivíduo e projecto. Tenho de me rever neles. Recuso-me terminantemente a votar no mal menor. Como acredito profundamente no regime e nas instituições, a decisão de não votar foi ponderada, meditada, sopesada. E custou-me. Comecei por diversificar o voto. Evolui depois para o voto em branco. E acabei por cair na abstenção consciente. Recordo-me ainda, como se fosse hoje, e não tem muitos anos, do dia em que pela primeira vez não votei. Acompanhei inclusive a minha mulher à secção de voto, mas fiquei à porta. Doeu-me fazê-lo, mas não votei. Não votei porque acredito que a abstenção pode ter uma leitura política e cívica. Como, para já, as taxas de médias de abstenção em Portugal não são assim tão altas, essa leitura, apesar de alguns sustos pontuais, ainda não se fez. Mas tem de se fazer. Na política e à frente da Nação têm de estar os melhores de nós. Esta madrugada, ao ouvir o discurso de Obama (1.ª parte; 2.ª parte), tive pena de não aparecer por cá ninguém desta qualidade para, uma vez mais, poder votar... Etiquetas: Democracia, Eleições
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Curiosas e contraditórias são as razões profundas que nos levam a votar em determinado sentido. A todos nós. Mesmo aos nossos melhores, às nossas elites. Muitas delas são do domínio do intangível, dos afectos, das emoções, como este sentimento de «pertença a uma família». A provar que no sentir profundo da nossa dimensão política todos nos aproximamos e nesta vivência «clubística» do voto a razão por vezes manda mesmo muito pouco. Confesso que tenho pouco deste espírito e tenho pena. Pena de ser tão céptico e tão incréu...
Imagem - Site Lisboa Antiga, design e concepção de Pedro Barroca