12 de dezembro de 2010
10 de junho de 2010
No meu copo 275 - Veuve Clicquot Ponsardin; Quinta de Sant’Ana Sauvignon Blanc 2008; Colares Fundação Oriente branco 2008; Aneto branco 2009
22 de maio de 2010
25 de fevereiro de 2010
9 de janeiro de 2010
6 de dezembro de 2009
No meu copo 257 - Bétula 2008; Duas Quintas Reserva 2003; Concha y Toro Late Harvest, Reserva Privada 2006
20 de novembro de 2009
11 de novembro de 2009
Coisas do Vinho e coisas do vinho: a propósito de Colares
O cromo do Politikos resolveu, uma vez mais, dar uma de enófilo encartado! Como se já não bastasse termos de lhe aturar aqui as opiniões sobre tudo e mais um par de botas, agora temos também de gramar a criatura noutros sítios a botar faladura - que ele julga douta - sobre vinhos e excursões enológicas. E, não contente com isso, ainda assina «à la Krónicas Vinícolas»: Politikos, enófilo mais-que-amador, no caso chateado com Colares... O estiloso!
Haja paciência! Haja paciência!
Etiquetas: Vinho
20 de junho de 2009
6 de novembro de 2006
Encontro com os vintages
Ainda tenho no palato o sabor de um vintage Fonseca de 1985. Isto depois de provarmos um vintage de 1988 e outro de 2002, todos da mesma casa, num percurso que nos foi sabiamente proporcionado. O primeiro era realmente muito bom e marcou logo pontos. O segundo era novo, enchia a boca mas estava ainda em bruto. A fruta fresca abafava tudo ao seu redor. Sobrava-lhe em pujança o que lhe faltava em requinte (talvez se pudesse aplicar esta frase noutros contextos?!). Um vinho cheio de potencial para uma boa evolução em garrafa. Falaremos daqui a 10 anos! E, assim, o último sobressaiu como um esplendoroso vintage, no ponto, revelando uma míriade de sabores profundos que nos envolveram os sentidos. Um vinho para deixar grandes recordações. Tudo isto se passou na 7.ª edição do Encontro com o Vinho e Sabores, no sábado, na antiga FIL. Do resto, dos maduros e etc. falarão proximamente e com muito mais propriedade os confrades blogueiros das Krónikas Vinícolas: Kroniketas e tuguinho. Para quem quiser e se interessar pelo tema, é claro! Até para o ano. Cheers!
Etiquetas: Vinho
28 de outubro de 2006
Não «Sá de Baixo»...
Não costumamos dar aqui conta do que vamos bebendo, sobretudo porque há blogues especializados e conhecedores da arte, coisa que nós não somos. Por norma seguimos-lhes o rasto, não vale a pena inventar. Porém, não queremos ficar só para nós com esta informação. Dentro da classe do que os nossos caríssimos confrades das Krónikas Vinícolas, enófilos mais do que esclarecidos, chamam vinhos de combate (peço de empréstimo esta expressão), para o dia-a-dia, descobrimos este ano na Feira de Vinhos do Jumbo, o Sá de Baixo. Confesso que pelo nome não o comprava. Porém, a região, o Douro, o preço tentador (€2,99), e o selo da Revista de Vinhos, como Melhor Compra de 2006, fizeram-nos adquirir duas garrafitas. À cautela, não fosse o conteúdo não justificar e porque o espaço também não é muito. E foi pena não termos comprado mais: nem sempre temos sido bem sucedidos com as compras distinguidas pela Revista de Vinhos, mas desta vez foi um tiro na mouche. É que aquele néctar, não fora o pouco corpo que apresenta, era bem capaz de se bater de igual para igual com vinhos de classes superiores. Trata-se de um vinho produzido pela Encostas do Douro - Sociedade Vinícola, S.A., sedeada em Sedielos (duas belas palavras para estarem juntas, sim senhor), em Peso da Régua, a partir das castas Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Roriz e Tinta Barroca. Trata-se de um Douro de 2003, com cerca de 13.º, de cor ruby, aveludado na boca, fácil de beber - sentem-se pouco os taninos - mas com umas notas de baunilha que lhe dão um final de boca muito agradável. Um vinho verdadeiramente equilibrado entre cor, aromas, sabores e preço. Se o vir, compre-o logo. Em termos de preço-qualidade, não encontra garantidamente melhor. E, já agora, se nos é permitido o arrojo, aconselhamos a prova e porque não a sua inclusão na lista de escolhas dos nossos confrades enófilos das KV. Não vai destoar, de certeza...
Etiquetas: Vinho



