4 de fevereiro de 2008

Uma espécie de licenciados…

Soube há uns dias que alguém que trabalhou comigo ingressou no ensino superior e encontra-se a frequentar um curso de licenciatura. Soube do caso e admirei-me, porque ela apenas tinha o antigo 5.º ano, creio que do curso geral de comércio, ou seja, o equivalente actual do 9.º ano de escolaridade. Espiolhando a coisa, acabei por descobrir que ela fez uma prova especial de acesso e ingresso no ensino superior, algo aparentado com o antigo exame ad-hoc, numa universidade privada. Não sei com que rigor foi feita, mas sei que ela entrou. E ainda me disseram. Assim mesmo: «que tem tido boas notas». E sei, também, porque a conheço bem, já que ela trabalhou uns anos comigo, que ela não tem quaisquer condições para fazer sequer o 12.º ano, quanto mais uma licenciatura. Falta-lhe tudo. Capacidade de análise e interpretação, capacidade de síntese, capacidade de redacção, agilidade mental. Não falo sequer da capacidade de problematização, do rigor, da curiosidade científica, do questionamento, da inquietação. Ou, numa esfera mais elevada, do amor ao saber, à maneira clássica. Falta-lhe até, mesmo do ponto de vista instrumental, competências básicas, tais como, por exemplo, um bom domínio das novas tecnologias de comunicação e informação.
Este caso concreto, que conheço bem e por isso posso ajuizar, representa, antes de mais, o descrédito absoluto da universidade que a aceitou. A universidade, enquanto instituição, já tem cada vez menos crédito, como bem se sabe. Casos como este, afundam-na irremediavelmente. E tudo isto decorre com a complacência dos órgãos de regulação do Estado nesta matéria. E com Bolonha mesmo aí, casos como estes, se circularem no espaço europeu, podem arruinar completamente a marca Portugal...

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49 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Caro Politikos,
hesito no teor e na forma do comentário, depois do que escrevemos na caixinha de comentários do post infra...
Enquanto medito e pondero (e hoje, como é bom de ver, não é dia propício para isso) vou "tratar da vida" (ou seja, preguiçar).
Fica aqui apenas o desejo de um bom dia de folia: aproveite...
:-)

terça-feira, fevereiro 05, 2008 10:12:00 da manhã  
Blogger Politikos said...

Medite e pondere. Vejo que faz muito uso da meditação e da ponderação...Será por (de)formação?! ;-)
Enquanto medita e pondera, mascare-se. Certamente arranjará uns trapitos quaisquer que lhe assentem bem... E quando chegar à parte do «despir», pode sempre ir treinando...
:-)

terça-feira, fevereiro 05, 2008 10:38:00 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Uma espécie de licenciados... Um tema bom para ser lido por muitos que procuram qualidade no estrangeiro e que felizmente a encontram!!! Qualidade, exigência, rigôr tudo sinónimos ou antónimos do que se passa por cá, onde se licenciam nos termos citados e por outrto lado se deixam emigrar "mentes" capazes de não envergonhar o tal "processo bolonha"

terça-feira, fevereiro 05, 2008 5:20:00 da tarde  
Blogger T said...

Infelizmente este não é um fenómeno recente. A licenciatura está tão banalizada e desvalorizada, que qualquer dia, em vez de ser crédito vira descrédito.

terça-feira, fevereiro 05, 2008 7:15:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Caro Shodan
O fenómeno de que falo é ainda mais grave do que a qualidade do ensino universitário. É o vale tudo para conseguir alunos... E ainda hoje tivemos um exemplo disso com o presidente do Conselho de Reitores a protestar por um arroubo de regulação por parte do Estado...
Apesar de reitores, não percebem que, a prazo, estão a «matar» a própria universidade...

terça-feira, fevereiro 05, 2008 9:45:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Cara T
Bem-vinda ao Pólis. A banalização não é necessariamente má. Quem nos dera que as licenciaturas - melhor as qualificações - se banalizassem. Mas isso não pode ser feito para a estatística. Sobretudo não pode ser feito à custa de um inqualificável facilitismo.
Volte sempre

terça-feira, fevereiro 05, 2008 9:49:00 da tarde  
Blogger T said...

Banalização devido à falta de exigência. Vejo pelos estagiários que tenho tido.
E nem estou a falar necessariamente do ensino privado.

Claro que voltarei. Trapando e sacando:)

terça-feira, fevereiro 05, 2008 10:08:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Tem toda a razão. Aliás, hoje, ao nível da exigência, já muito pouco distingue o ensino superior público do ensino superior privado...
É bem-vinda para comentar aqui do alto da sua trapeira ou da sua sacada. E pode estender a colcha na janela sempre que quiser...
;-)

terça-feira, fevereiro 05, 2008 10:17:00 da tarde  
Blogger T said...

Por acaso, tenho uma "verdadeira" sacada mesmo aqui do meu lado esquerdo. É adivinho?
Assim comentarei. Terei é que ir buscar a colcha ao baú.

terça-feira, fevereiro 05, 2008 10:47:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Caro Politikos,
faço muito uso da meditação e ponderação?!
Acha mesmo?!
Veja lá que tenho andado com a auto-estima muito em baixo, com as suas chamadas de atenção ao facto de eu estar sempre a "latere" do teor dos seus posts...; o que seria se não meditasse e ponderasse?!?!
:-)

terça-feira, fevereiro 05, 2008 10:57:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Cara T
Já sinto por aqui o cheiro característico da naftalina...
;-)

terça-feira, fevereiro 05, 2008 11:15:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Minha cara Atenas
Apesar de fazer muito uso desses dois predicados do género humano, parece que, no caso, eles não lhe foram muito úteis para finalmente poder comentar o teor do poste...
;-)

terça-feira, fevereiro 05, 2008 11:17:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Pois não, nem deste nem de outros... de onde a minha conclusão permanece válida...
:-)

terça-feira, fevereiro 05, 2008 11:20:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Caríssima Atenas
Mas Vexa não fez nenhuma «profissão de fé» de comentar todos os postes. Não tem opinião, passa à frente, como no póquer... Embora, como bem sabe, eu preze bastante a sua ponderada e meditada opinião...
;-)

quarta-feira, fevereiro 06, 2008 12:04:00 da manhã  
Blogger Luísa A. said...

Meu caro Politikos, todo o ensino está, infelizmente, bastante desacreditado intramuros. Extramuros, não sei. Mas não apostaria nessa «marca Portugal», em que parece ter tanta fé. :-)
Nota: E isto não é, insisto, «bota-baixismo». A imagem de Portugal conheceu, não há muito, melhores dias.

quarta-feira, fevereiro 06, 2008 1:35:00 da manhã  
Blogger T said...

Mas eu não uso naftalina nem vou ao São Carlos:)

quarta-feira, fevereiro 06, 2008 1:47:00 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Caro politicos,
Li este seu poste com interesse como é hábito. Contudo pouco ou nada terei a comentar, este caso não é de todo novo para mim. O facto da pessoa em causa não possuir um percurso académico que lhe confira precedência para o ingresso na faculdade é sem dúvida escandaloso, mas como lhe disse nada de novo nesse país!! Não é o primeiro e não será certamente o último.
O meu amigo ainda é do tempo em que as Universidades como dizia um professor meu "não ensinam mais do que a aprender...", questionar, deduzir, e pelo meio vão dando uns dogmas teóricos para que o aluno consiga concluir algo para além do que vem nos livros. Mas meu caro politikos, esse ensino universitário acabou, por isso não tenha dúvidas que daqui por alguns anos vai ter o "desprazer" de a aceitar como lic., já para não mencionar o Acordo de Bolonha, é que se essa pessoa fizer 5 anos de curso o meu amigo terá de a chamar Mestra ;)!!! "Engula o sapo" com cuidado, não se engasgue!!!

quarta-feira, fevereiro 06, 2008 12:14:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Cara T
E eu que pensei que Vexa, sendo um pouco saudosista das velhas drogarias de bairro, etc., ainda usava naftalina. Afinal já usa aquelas «coisinhas» que vêm em saquetas plásticas ou aquelas bolas de madeira castanhas. Por mim, permaneço, contra a vontade da família, fiel à velha naftalina nas «minhas» gavetas. Coisas de cota, já se vê
;-)
Creio que as almas mais novas – ou «pseudo-mais-novas» - que por aqui também comentam - nem sequer saberão a que me refiro ;-)

quarta-feira, fevereiro 06, 2008 10:24:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Caro Uchideshi
Não se engane no meu nome, s.f.f. Sou politikos com k e não c ;-)
Percebo o seu desencanto com o país. E pode tê-lo. Mas parece-me que deve culpar também a tal classe médica de que já falámos. São eles que fecharam as portas das «suas» faculdades e que fazem com que tenhamos de andar a importar médicos espanhóis.
A falta de qualidade do ensino universitário é um problema que não é só nosso. Aqui mesmo ao lado, e que já que falámos deles, os nossos vizinhos também não primam propriamente pela qualidade em muitos domínios. E, então, nos títulos pós-licenciatura, nem se fala.
O problema não sou eu que não chamo Mestre a ninguém. E o Dr. até me faz jeito, quanto mais não seja para poder tratar a «moça» do banco, década e meia mais nova do que eu, por Sr. Dr.ª. Se não for assim, «menina» é ridículo e «Sr.ª D.ª» pesado. E tratá-la pelo nome é chato que ela ainda pode pensar que o cota se anda a «fazer ao piso». O que não é verdade que a «moça» é «leitosa» e sem densidade. O problema é das competências que essas pessoas trazem para o mercado de trabalho. E esse selecciona cada vez mais as pessoas pelo que sabem fazer e não pelos títulos que ostentam.

quarta-feira, fevereiro 06, 2008 10:36:00 da tarde  
Blogger T said...

Nada dessas coisas. Alfazema só. Não gosto nada do cheiro a naftalina, faz-me espirrar.
E atenção eu sou cota e bem cota!
Em contrapartida gosto do cheiro da solarina!

quarta-feira, fevereiro 06, 2008 11:22:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Ó, caríssima T, não tarda nada temos aqui a «rapaziada jovem (ou pseudo-jovem)» deste blogue a achar que nós estamos a falar em código... :-)
Há quanto tempo não ouvia falar de solarina... :-)
Lembra-se daquelas latas verdes com coração vermelho?! Caramba, está lá também uma parte da minha infância!

quarta-feira, fevereiro 06, 2008 11:35:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Do testemunho "cota" da cara T se conclui, sem necessidade de muitos considerandos, que o Senhor Politikos, além de "cota" (que é um «facto notório», como diz o Senhor Bastonário), tem, certamente, problemas de olfacto...
A dúvida é se sempre os teve ou se pioraram com a idade...
:-)

P. S. 1
Caro politikos, sossegue, não fiz, definitivamente, "nenhuma «profissão de fé» de comentar todos os (seus) postes".

P. S. 2 Queira, por favor, interpretar esta frase num sentido lato, que abrange também o vir para aqui falar de tudo, menos do teor do post...
:-p

quarta-feira, fevereiro 06, 2008 11:41:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

P. S. 3
"rapaziada jovem"?!
Ora essa, Senhor Politikos, sou uma jovem chavala, é certo, mas gira e nunca confundível com "rapaziada"... ;-)

quarta-feira, fevereiro 06, 2008 11:43:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Quem bem lhe serviu o «barrete», caríssima Atenas! :-)
E lá se foi mais um dia de meditação e ponderação sem comentar o teor do poste?!
É assim com tudo, cara Atenas?!
;-)

quarta-feira, fevereiro 06, 2008 11:57:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

"Barrete"?!
Onde, onde, que não o vejo?! :-|

Mas afinal, posso ou não "passar" posts, sem os comentar? creio que disse que sim...
E não posso escrever na caixinha o que me apetecer, ainda que "a latere" do post?! Não?! :-|

E se era por causa da juventude, não é barrete nenhum: claro que sou uma jovem!!!; não gostei foi da expressão rapaziada: nada feminina, meu caro...
:-)))

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 12:05:00 da manhã  
Blogger Politikos said...

Cara Atenas
Às crianças e aos jovens admite-se tudo. E aos «pseudo-jovens» também, acrescento eu. Vexa cabe (só) numa destas categorias. De onde, está abrangida. Use e abuse destas caixinhas.
;-)

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 12:08:00 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Caro politikos,
Peço desculpa pela, deixe-me dizer-lhe "ofensa" não era de todo minha intenção. Até porque que sou mais adepto dos politikos da blogosfera do que dos politicos da assembleia. Por sinal não estava a exprimir o meu descontentamento com o país em geral e muito menos com a minha situação em particular. O meu comentário não trazia "água no bico" de outras controvérsias da blogosfera ;)É claro que o decréscimo na qualidade do ensino superior é notória nos quatro cantos do mundo, porém o que digo é que o caso descrito não é novidade nenhuma para mim, e que é um facto que essa pessoa vai terminar a licenciatura sem dúvida, qualquer um hoje em dia o faz, a coisa democratizou-se, deixou de haver distinção intelectual. Concordo plenamente com o seu último parágrafo, e a imagem do "cota a fazer-se ao piso" está genial. Porém se não há qualidade intelectual quando se sai da universidade, a competição no mercado de trabalho vai ser do estilo "liga dos últimos", razão pela qual se vê tão mau profissionalismo.

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 12:22:00 da manhã  
Blogger T said...

Eu acho que se chamavam mesmo Coração a essa solarina. Terei que ir ao armário consultar.

Cara Atenas: Quem gosta de inalar naftalina tem prognóstico reservado, risos:)

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 1:37:00 da manhã  
Blogger Politikos said...

Caro Uchideshi
Eu creio que a dita cuja não vai acabar, mas veremos. Porque não tem as menores condições para tal, digo eu. Quanto à do «cota», logo verá, quando lá chegar, que esses equívocos podem acontecer. Dei-me conta disso pela primeira vez no ano passado num determinado contexto em que tive de interagir com gente bastante mais nova (para aí da sua idade :-). E por um momento, pensei que devia adaptar – e adaptei - a postura para não gerar equívocos (calculo que este comentário possa causar algum gáudio na «malta jovem» ou «pseudo-jovem» que lê este blogue; e que ainda vá haver aproveitamentos disto; adiante!).
Feliz é a sua expressão «liga dos últimos» que é bem capaz de ser o que vai acontecer. Haverá licenciaturas tipo Sporting, Benfica ou Porto e licenciaturas tipo Cascalheira. Todos jogam futebol mas uns jogam melhor do que outros. Acho que é bem capaz de ter acertado no diagnóstico, caro Uchideshi.

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 10:55:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Cara T
Não se afadigue a procurar nas prateleiras. A marca é mesmo Coração. Quanto à naftalina, eu não disse que gostava de inalar naftalina, disse que usava naftalina nas minhas gavetas. O que é muito diferente. O meu prognóstico é reservadíssimo, minha cara, e por muitas e variadas matérias, da qual a preferência pela naftalina em vez da alfazema, bolas, pastilhas, saquetas e afins é só a menor…
:-)

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 10:59:00 da tarde  
Blogger T said...

Caro P:
Fiquemo-nos pela solarina, risos.
Mas em minha casa sempre se usou alfazema, a par da naftalina é certo.
Precisava de cura era para o bicho do papel :)

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 11:09:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Cara T,
mesmo sem inalar naftalina, o caro P (gostei...) tem prognóstico muitíssimo reservado... basta ir lendo os comentários dos posts dos últimos meses... a coisa tem piorado a olhos vistos...

(muitos, muitos risos):-)

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 11:14:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

cara T, a propósito, quer fazer parte da "santa aliança"?!
:-)))

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 11:15:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Caro Politikos,
como sabe, não resisto às suas provocações, pelo que tenho a informá-lo que me recordei de imediato, a propósito de vexa não se querer "fazer ao piso"..., daquele episódio do metro, com outra chavalita...
:-)))

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 11:18:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Cara T
Refere-se ao vulgarmente chamado «peixe de prata» ou serão mesmo bibliófagos?!

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 11:20:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Cara Atenas
Parece que não se «aguenta» comigo e anda a recrutar impudentemente «recrutas» para engrossar o exército?!

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 11:23:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Ó meu (ups...) caro Politikos,
claro que "me aguento"! :-)

Mas assim tem muito mais graça. Muito mais :-)

Gosto de ver este blog assim, dinâmico :-p

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 11:28:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Cara Atenas
As suas meninges podem funcionar menos bem mas a memória funciona lindamente... Caramba! O que Vexa foi buscar?! Mas, como vê, há uma certa coerência de atitude, cuja fronteira mais visível foram as minhas pobres cãs...
:-)
P.S. - Como vê, lancei-lhe o isco e Vexa logo o veio previsivelmente morder... ;-) Se eu soubesse que tinha tanta sorte com os peixes, fazia-me pescador...
:-)

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 11:29:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Nada como arriscar, caro Politikos.
O mundo é dos audazes...
:-p

quinta-feira, fevereiro 07, 2008 11:50:00 da tarde  
Blogger Politikos said...

Hesito entre comentar o seu comentário pegando na Bíblia e dizer que me farei antes «pescador de homens», que me parece adequado mas pretensioso, mesmo em registo irónico, pela comparação com a figura invocada;
Ou pegar no lema dos comandos «Audaces Fortuna Juvat» e dizer que Vexa afinal, que eu tenho tentado filiar em determinada profissão, afinal ainda é mas é dos Comandos.
Olhe, escolha um dos dois! Assim como assim, Vexa já descola tanto do teor do poste, que aliás ainda nem sequer comentou, que daqui a nada isto ainda vira «sketch» dos Gato Fedorento, uma vez que os Monty Python já não estão no activo.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008 12:03:00 da manhã  
Blogger T said...

Cara A
Santas Alianças é comigo!
Trucidar o P? O preguiçoso que ainda está com o mesmo post há uma semana!
Boa ideia e vamos a isso.
:)
Caro P
E falava dos bichinhos da prata sim.
Vou liquidá-los com naftalina!
:)

sexta-feira, fevereiro 08, 2008 12:36:00 da manhã  
Blogger Politikos said...

Cara T
Peixe de prata ou lepisma – não precisa de utilizar naftalina, basta que retire o papel do chão ou da primeira prateleira junto ao chão; eles raramente trepam pelas estantes; aconselho ainda o arejamento frequente e uma boa iluminação da divisão; eles escondem-se da luz; como vê a solução é simples;
Alianças – constato, não sem um certa curiosidade, como se formam alianças naturais, fundadas no sexo dos participantes, aqui neste blogue; veja, por exemplo, se eu e o Uchideshi já nos lembrámos de fazer uma aliança?! E por aqui se percebem algumas das diferenças capitais entre mulheres e homens...

sexta-feira, fevereiro 08, 2008 10:01:00 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Comandos!
Definitivamente comandos!!!
Por, pelo menos, duas razões:
a) porque me apetece dizer-lhe «poste, Senhor Politikos, poste! Imediatamente! Ou quer trabalhos forçados por preguiça?!» e
b) porque tem a ver com esta nova iniciativa que muito me apraz - a organização e dinâmica da "Santa Aliança"
:-)

P. S.
Quanto à sua aliança com o Sr. Uchideshi: "conheço" o Senhor em questão há pouco tempo, como está bom de ver, mas nunca se sabe se ele não quererá fazer parte da "nossa Santa Aliança" e assim deitar por terra essa sua teoria dos sexos!
E olhe que não fazia mal: é que Vexa às vezes tem tão mau feitiozinho... e ele se calhar ainda não sabe :-p

sexta-feira, fevereiro 08, 2008 10:38:00 da tarde  
Blogger T said...

Arejada está acasa. O pior são os livros das divisões mais interiores.
Estava a brincar com a naftalina:)

Quanto à Santa Aliança para botar o senhor P a escrever, a meu ver são benéficas. Ainda por cima com a A, que me parece óptima parceira de póquer:)

:)

sábado, fevereiro 09, 2008 12:18:00 da manhã  
Blogger Politikos said...

Cara Atenas
Eu e o Uchideshi usamos calças...
:-) :-) :-)
Ai que bem que soube este comentário machista...
:-) :-) :-)
Estou verdadeiramente deliciado
:-) :-) :-)

sábado, fevereiro 09, 2008 1:53:00 da manhã  
Blogger Politikos said...

Cara T
Se perco tempo a comentar, falta-me tempo para escrever postes.
Já percebi que nesse seu jeito macio também já aderiu à Santa Aliança...
Bom fim-de-semana

sábado, fevereiro 09, 2008 1:58:00 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Caro Politikos,
não percebo....
eu também uso calças; aliás, no inverno, quase só uso calças... :-|

(tem que ser mais explícito... já sabe, a tal questão das meninges preguiçosas...)
:-p

sábado, fevereiro 09, 2008 9:12:00 da manhã  
Blogger T said...

Toda a gente usa calças.O senhor P quererá referir-se a outra peça de vestuário mais específica?
Bom fim de semanas :)

sábado, fevereiro 09, 2008 10:17:00 da manhã  
Blogger Politikos said...

Cara Atenas
Independentemente de usar calças nas pernas, não as usa na cabeça...
P.S. - E, por favor, não me diga que na cabeça só usa chapéu... Vexa consegue fazer melhor do que responder de forma literal ou com «eco» aos meus comentários. Dê uso às meninges, ande!
;-)

sábado, fevereiro 09, 2008 1:26:00 da tarde  

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