EUA = WikiState?
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Breves devaneios, reflexivos q.b., sobre a vida na Pólis & etc.
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A prioridade de vacinação aos titulares de órgãos de soberania foi estendida aos elementos essenciais dos partidos políticos. A notícia é manchete do Diário de Notícias de hoje. Mais uma vez, a fonte é a DGS (Direcção-Geral da Saúde) da Pólis. Assim, os partidos podem apresentar a lista dos elementos essenciais ao seu funcionamento para que sejam vacinados prioritariamente. Num assomo de decência democrática, o BE e o CDS-PP já disseram que não vão apresentar qualquer lista. Os Verdes estão a pensar. Mas todos os outros vão entregar a lista de Schindler da H1N1. A Confederação Nacional Independente de Pais e Encarregados de Educação (CNIPE) manifestou-se contra.Etiquetas: Democracia, Governo, Parlamento, Partidos, Políticos, Presidente da República, Saúde
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A humildade democrática e cívica não se decreta, tem-se e usa-se no exercício do poder. E o PS usou-a na conclusão do caso da nomeação do provedor de Justiça. Ontem, assistimos ao anúncio do acordo ser feito por Paulo Rangel ao lado de Alberto Martins, cabendo ao primeiro o elogio a Alfredo de Sousa. Esse pormenor, politicamente relevante, deve inclusive ter feito parte do acordo. O tom assertivo de Rangel e o ar contristado de Alberto Martins não deixaram grandes dúvidas de que o PS saiu politicamente derrotado desta peleja. No entanto, é uma derrota que o prestigia e não o diminui.Etiquetas: Democracia, Estado, Parlamento, Partidos, Políticos
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Já por aqui afirmei que, desde há alguns anos, raramente voto. Hoje, só voto quando acredito nos indivíduos e nos projectos por detrás deles. E a ordem é mesmo essa: indivíduo e projecto. Tenho de me rever neles. Recuso-me terminantemente a votar no mal menor. Como acredito profundamente no regime e nas instituições, a decisão de não votar foi ponderada, meditada, sopesada. E custou-me. Comecei por diversificar o voto. Evolui depois para o voto em branco. E acabei por cair na abstenção consciente. Recordo-me ainda, como se fosse hoje, e não tem muitos anos, do dia em que pela primeira vez não votei. Acompanhei inclusive a minha mulher à secção de voto, mas fiquei à porta. Doeu-me fazê-lo, mas não votei. Não votei porque acredito que a abstenção pode ter uma leitura política e cívica. Como, para já, as taxas de médias de abstenção em Portugal não são assim tão altas, essa leitura, apesar de alguns sustos pontuais, ainda não se fez. Mas tem de se fazer. Na política e à frente da Nação têm de estar os melhores de nós. Esta madrugada, ao ouvir o discurso de Obama (1.ª parte; 2.ª parte), tive pena de não aparecer por cá ninguém desta qualidade para, uma vez mais, poder votar... Etiquetas: Democracia, Eleições
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